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Rio+20

Na esteira da Rio+20: vou participar amanhã à tarde (sábado, 16/06) de um debate sobre lixo eletrônico, dentro da programação do Ministério das Comunicações. Mais informações aqui.

Infográfico do Planeta Sustentável mostra as lixeiras do mundo desenvolvido

Leia a matéria sobre as lixeiras do mundo desenvolvido aqui.

Fornecedora chinesa de componentes da Apple não renova contratos de trabalho de colaboradores contaminados

Saiu no El País: A inaceitável situação dos trabalhadores de Wintek, um fabricante chinê que fornece telas (touch screen, no caso) para a gigante Apple: mais de 100 operários afastados ou hospitalizados devido à uma contaminação coletiva por um n-hexano (não foi divulgada a fórmula específica). Os trabalhadores escreveram uma carta ao todo-poderoso Steve Jobs sobre a situação e a substância foi retirada da produção em agosto de 2009.  Não obstante, a empresa chinesa não só despediu a 30 trabalhadores seriamente intoxicados como não está renovando o contrato de outros contaminados. Demitir operários contaminados no próprio processo produtivo soa como os absurdos da Primeira Revolução Industrial.

Obsolescência Programada

Há duas semanas, Regiane Nigro mandou na lista de discussão da MetaReciclagem a dica do vídeo Comprar, Tirar, Comprar - excelente documentário produzido por Cosima Dannoritzer para a televisão espanhola. Deixei na minha fila de links e só consegui assistir hoje. Gostei muito.

Mais do que tratar somente da questão do lixo eletrônico nos dias de hoje, ela situa na década de 20 do século passado a elaboração da ideia de obsolescência programada - a estratégia segundo a qual a indústria deveria intencionalmente produzir bens que durassem menos tempo, para garantir o crescimento a longo prazo. Traz dois exemplos claros: a formação, na época, de um cartel internacional dos fabricantes de lâmpadas incandescentes, que determinaram a redução da vida útil de seus produtos - de 2500 para cerca de 1000 horas de uso; e mais tarde a criação das meias de nylon, que em um primeiro momento eram extremamente resistentes e depois passaram a ser projetadas para puxar fios e rasgar. | mais >

Colômbia na vanguarda da gestão de resíduos sólidos e eletro-eletrônicos

A legislação colombiana que normatiza a gestão de resíduos sólidos e eletro-eletrônicos define um Modelo de Responsabilidade Extendida aos Produtores e Compartilhada entre fornecedores, comerciantes, consumidores e poder público. Junto a essa definição clara, há mecanismos de metas graduais e princípios preventivos.
A Política Colombiana para a Gestão Integral de Resíduos e suas normas associadas compõe a legislação sobre lixo eletrônico mais avançada da América Latina, segundo o estudo comentado de pesquisadores da Universidade do Chile em parceria com a Plataforma RELAC (arquivo anexo - em espanhol). A ONG RAEE.ORG.CO mantém um site bastante atualizado sobre o tema no país. | mais >

Brasil já é apontado como destino certo de resíduos eletrônicos

A Coalização do Vale do Silício para Tóxicos (numa tradução livre de Silicon Valley Toxics Coalition - SVTC) elaborou o seguinte mapa mundial de origem e possíveis destinos de resíduos eletro-eletrônicos, a partir de dados da Rede de Ação da Convenção de Basileia, Greenpeace e outras ONGs. O estudo identificou os seguintes países como exportadores de lixo eletrônico: EUA, Japão, Coreia do Sul, Australia e a União Europeia como um todo. Entre as surpresas do estudo está que o tanto o Brasil quanto o México são destinos certos, antes considerados apenas suspeitos de receberem resíduos eletrônicos ilegalmente.
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Coisas que você pode fazer para (tentar) melhorar a reciclagem do lixo eletrônico

(dica do marcbraz)

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Processo de Reciclagem de Celulares e Eletrônicos

Reportagem simples e bem-feita sobre o processo de reciclagem de celulares e eletrônicos. Em espanhol.

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ONU: Brasil tem maior produção per capita de lixo eletrônico e baixa prioridade da indústria e governos

Seguido do México e da China (0.4 kg/cap·ano), o Brasil (0.5 kg/cap.ano) é o maior produtor per capita de resíduos eletrônicos entre os países emergentes, segundo o mais recente estudo da ONU sobre o tema. O Brasil também foi cotado como campeão em outro quesito: faltam dados e estudos sobre a situação da produção, reaproveitamento e reciclagem de eletrônicos: China, Índia, Argentina, Chile, Colômbia, Marrocos, África do Sul e até mesmo o México realizam e centralizam mais informações sobre a gestão de resíduos eletrônicos em seus países que nós, parafraseando um famoso jornalista, isso é vergonhoso! | mais >

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