X Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial

A décima edição da Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial acontece até hoje em São Paulo, no Expo Center Norte. O evento traz as últimas novidades e iniciativas industriais no tratamento de água, reciclagem e, claro, de tratamento de lixo eletrônico. A reciclagem de material tecnológico em geral (incluindo aí geladeiras, filmes fotográficos e CDs) se dá através da manufatura reversa, isso é, os materias são desmontados, os componentes são separados em plásticos, metais e vidros para então serem tratados e transformados em sais e óxidos metálicos, pedaços plásticos e pó de vidro. Esses materiais são reaproveitados como matéria-primas em outros processos industriais. Juliana, da OXIL, nos diz que a planta de desmonstagem dos aparelhos tecnológicos contam com trabalhadores especializados para tal fim. Pelo visto, a segurança e saúde dos trabalhadores é levada a sério numa linha de (des)montagem como essa, pois estão diretamente expostos a material tóxico durante esse processo. A outra empresa que apresentou suas soluções para o lixo tecnológico, a Suzaquim, montou um estande bastante ilustrativo do tema, como se vê na foto. Esta empresa é especialista na produção de sais e óxidos metálicos a partir desse tipo de lixo, além de ser uma das únicas a realmente reciclarem placas de circuito integrado. A décima edição da Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial acontece até hoje em São Paulo, no Expo Center Norte. O evento traz as últimas novidades e iniciativas industriais no tratamento de água, reciclagem e, claro, de lixo eletrônico. A reciclagem de material tecnológico em geral (incluindo aí geladeiras, filmes fotográficos e CDs) se dá através da manufatura reversa, isso é, os materias são desmontados, os componentes são separados em plásticos, metais e vidros para então então serem tratados e transformados em sais e óxidos metálicos, pedaços plásticos e pó de vidro, como visto na foto do estande da Suazaquim. Esses materiais são reaproveitados como matéria-primas em outros processos industriais. Juliana, da OXIL, nos diz que a planta de desmonstagem dos aparelhos tecnológicos contam com trabalhadores treinados para tal fim. Pelo visto, a segurança e saúde dos trabalhadores é levada a sério numa linha de (des)montagem como essa, pois se expõe diretamente a material tóxico durante esse processo. A outra empresa que apresentou suas soluções para o lixo tecnológico, a Suzaquim, montou um estande bastante ilustrativo do tema. Esta empresa é especialista na produção de sais e óxidos metálicos a partir desse tipo de lixo, além de ser uma das únicas a realmente reciclarem placas de circuito integrado. Por enquanto o processo de reciclagem é pago por empresas que precisam descartar materiais eletrônicos em grandes quantidades. Falta uma articulação entre prefeituras, cooperativas e nós, consumidores caseiros, para fechar o ciclo.
foto: Renata Cardevale
- Blog de Felipe Andueza
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- 14.11.2008
- 11:18





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