A Convenção de Basiléia e a exportação de lixo eletrônico
Já postamos aqui, é um dos principais problemas apontado pelo Greenpeace em seus estudos sobre lixo eletrônico no mundo e há essa percepção quase geral entre os que trabalhamos com o tema principal desse blog: tudo vai para a China. Ou talvez para a ìndia ou Quênia.
Mas como é que podem toneladas de material com alto potencial tóxico e/ou poluente transitar livremente por mares, oceanos e países? Na verdade, não podem. Não tão livremente como imaginamos que aconteça. Em 1989 foi assinada e ratificada a Conveção de Basiléia, por quase todos os países. Entretanto alguns só assinaram mas não ratificaram: uns de pouca importância internacional como Afeganistão e Haiti e os peso-pesados Estados Unidos da América.
Mas do que trata especificamenta a Conveção? Ela regulamenta os movimentos transfronteiriços de resíduos perigosos entre os países que assinaram e ratificaram o documento. Os produtos perigosos são dividos em duas categorais: os que serão controlados e os que só mercem uma "atenção especial".
O lixo eletrônico é citado nas duas categorias: as peças que contêm baterias com chumbo e cádmio devem ser controladas e todo o resto entra na categoria de atenção especial. Isso significa que além os países devem informar, fiscalizar e controlar todo o lixo eletrônico que exportam ou importam.
Mais detalhes sobre a Convenção, veja aqui.
- Blog de Felipe Andueza
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- 05.12.2008
- 13:51





Comentários
Absurdo
Rafael, Você afirmou que a
Rafael, Você afirmou que a Alemanha não assinou a Convenção. Da onde você tirou essa informação? "... Portanto, a não assinatura dos países campeões em produtividade de lixo tóxico (Alemanha e EUA) é um acinte ..." Segundo a página oficial da Convenção de Basiléia a Alemanha assinou e ratificou o documento.