Comerciantes lançam iniciativas de coleta de eletrônicos. Indústria ainda gatinha.

Enquanto regulamentação da PNRS e a resolução do CONAMA (que já está no forno) não definem exatamente quais serão as responsabilidades dos produtores, importadores, distribuidores, comerciantes e consumidores de eletro-eletrônicos (entenda mais aqui), iniciativas de grandes lojas de varejo começam a preencher o quase vazio cenário de postos de coletas de resíduos eletrônicos.
Só no começo do ano duas empresas em São Paulo empreenderam iniciativas ambientais bem bacanas. A Casa e Construção fez sua loja Nova Tietê de piloto para uma série de melhorias ambientais como obteção de energia eólica e solar, coleta e reutilização de água, eficiência energética, investimento em materiais sustentáveis e coleta de resíduos eletrônicos, que possui até certificado de descarte correto em parceria com uma recicladora. Os materiais a serem coletados vão de toda classe de equipamentos informáticos (Monitores, Mouses, Teclados, CPU’s, etc) até Servidores, Modens, Hub’s, além de DVDs, K7s, celulares e calculadoras.
A C&A também lançou programa de coleta. Segundo o blog do Instituo Sérgio Motta, a iniciativa começou em Porto Alegre e já está sendo extendida para todo o país. Ainda segundo o blog, só serão coletados pilhas, baterias e celulares.
Interessante observar como a atividade comercial de ambas empresas é, no máximo, indireta à indústria eletrônica. Fica a dica para os fabricantes, importadores e grandes comerciantes de eletro-eletrônicos.

Compartilhe